Relações Amorosas. O que muda? Elas ou nós? | Brunbabi

É comum escutar por aí que toda mulher nasceu pra ser mãe. Não sei se posso ou devo concordar.

Acredito que toda mulher nasceu com capacidade para ser mãe, mas não dá pra dizer que nascemos justamente ou especialmente pra isso.

Agora, de fato: Acredito que toda mulher nasceu pra amar.

Não que homens não amem. Eles até amam, mas não acredito que tenham nascido pra isso, como nós!

Mulheres possuem um item de série chamado “emoção à flor da pele” e isso vale até mesmo pras mais duronas, mais práticas ou até, mais frias. Hora ou outra a gente desmonta por culpa da emoção, e geralmente essa emoção está ligada ao amor, que pode ser pela mãe, pelo pai, por um filho, por um irmão, por uma amiga ou por um amor (ops, amor?), por um companheiro ou companheira ou por aquela pessoa que te balança, mesmo sem você entender direito por quê.

Agora, com tanto amor, porque será que sempre vivemos algumas relações que não dão certo? É difícil falar que a culpa é nossa e de praxe, culpamos o outro por tudo de errado que faz ou por tudo de errado que nós fazemos e precisamos de uma razão para justificar. É preciso ser tolerante! E eu não estou falando de tolerar o outro, estou falando de SE tolerar.
Sabe aquele papo de que “errar é humano e persistir no erro é burrice”? É verdade! E aí tem aquela segunda versão: “A primeira vez que erram com você, você é vítima. Na segunda, você é cúmplice” – É verdade também!

Mas como saber até quando perdoar? Como saber se ainda é tempo de dar uma segunda, terceira ou quarta chance pra alguém?

Acho que o segredo é olhar as relações de fora e tentar analisar friamente, sob a luz dos seus próprios conselhos e claro, com a razão, já que a emoção é cega e nos destina aos erros mais dolorosos.

Porque dizer isso? Bom... fiquei MUUUUUUUUUITO tempo em um relacionamento perdido, insistindo e dando soco em ponta de faca por causa de “AMOR”. Eu não estava errada, estava lutando pelo sentimento mais intenso que uma pessoa pode sentir, o que eu errei foi o foco! “AMOR próprio” também é “AMOR” e quando a gente entende isso, fica mais fácil seguir adiante.

Agora, em uma nova relação, em um novo momento, fica fácil olhar pra trás e entender os erros do outro, os meus, olhar de fora e perceber que o primeiro erro é esse: FOCO! Quando perdemos o poder de apreciar e respeitar os próprios sentimentos em prol de outra pessoa, AMAMOS a pessoa errada.


O recado de hoje é: AME-SE! Coloque seu auto-respeito em dia, acerte as contas com suas crises, neuras e confissões e então, AME outra pessoa, além de você, mas não substitua um sentimento pelo outro. Fica muito melhor assim =)

Leia outros posts sobre cotidiano e crônicas aqui no Brunbabi.

2 comentários:

  1. Adorei esse texto. Lembrei de mim, mais o meu final foi diferente
    Namorei 10 anos e nesse tempo fomos e voltando varias vezes, uma hora eu cansei e falei agora chega e comecei a namorar outra pessoa e depois de 2 anos separados vimos e sentimos que não dava pra ficar separados, ai voltamos e nós casamos.
    No meu caso o tempo foia amigo pra perceber esse foco de maneira diferente.

    http://vidrinhospreciosos.blogspot.com.br/2014/03/me-tornei-fa.html#comment-form

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  2. amei o texto
    passando pra desejar ótimo final de semana
    bjs
    tititi da dri

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